Destinos Elite
Fique conectado em Miami com ativação instantânea e cobertura de rede premium. Sem taxas de roaming, sem cartão SIM físico.
Encontre o plano perfeito com base na duração da sua viagem e seus hábitos de consumo.
Escolha seu plano e pague com segurança.
Escaneie o código QR recebido instantaneamente por email.
Ative sua linha e aproveite a internet ao pousar.
Miami é a porta de entrada dos Estados Unidos para a América Latina, e isso se percebe já no aeroporto: em boa parte da cidade o espanhol é mais comum que o inglês. Além das praias, é um conjunto de bairros bastante distintos — o art déco de South Beach, os murais de Wynwood, as torres financeiras de Brickell, as janelinhas de café cubano da Pequena Havana. É também o maior porto de cruzeiros do mundo e a base natural para os Everglades e as Keys.
A cidade central reúne Downtown, as torres de Brickell, a Pequena Havana e Wynwood. Aqui ficam o PortMiami e quase toda a vida cultural, enquanto a praia fica do outro lado da baía.
Município separado, numa ilha barreira ligada por várias pontes-estrada. South Beach, seu distrito art déco e a Ocean Drive estão aqui: é a Miami que quase todo mundo imagina.
A 45 minutos ao norte, conhecida pelos canais navegáveis e pelo aeroporto internacional próprio (FLL), muitas vezes mais barato que o MIA.
No fim da Overseas Highway, a três horas e meia de carro sobre 42 pontes. O ponto mais ao sul dos Estados Unidos continentais, com clima caribenho e a casa de Hemingway.
A três horas e meia de carro ou três horas de trem Brightline, a capital dos parques temáticos: Walt Disney World, Universal Orlando e SeaWorld.
Mais de 800 prédios art déco das décadas de 1920 a 1940 alinham-se na Ocean Drive e na Collins Avenue: a maior concentração do mundo. As fachadas em tons pastel acendem em neon ao anoitecer.
Antigo bairro de armazéns transformado em museu de arte urbana a céu aberto desde 2009. Dezenas de murais monumentais, repintados com frequência, cercados de galerias e cervejarias artesanais.
A uma hora a oeste, 6 mil km² de pântano subtropical: jacarés, peixes-boi e mais de 350 espécies de aves. Shark Valley e seu circuito de 24 km são a melhor introdução.
Coração do exílio cubano desde 1959. Dominó no Máximo Gómez Park, charutos enrolados à mão e um cafecito tomado em pé no balcão de uma ventanita.
Vila de inspiração veneziana concluída em 1916 na baía de Biscayne, com dez hectares de jardins italianos. O contraponto histórico mais completo à Miami contemporânea.
Clima tropical de monção: quente o ano todo, com estação seca nítida no inverno e verão úmido marcado por pancadas de chuva diárias, curtas e fortes.
De novembro a abril: 20 a 27 °C, pouca umidade e quase nenhuma chuva. É também a alta temporada, com preços à altura.
De junho a novembro é temporada de furacões, com pico de agosto a outubro. Julho e agosto somam calor, umidade e tempestades diárias.
A melhor época e a mais cara. Ar seco e mar a 22 °C. Reserve com muita antecedência nas festas e durante a Art Basel, no início de dezembro.
Ainda agradável, com o spring break lotando South Beach em março. A umidade sobe bastante em maio.
Quente e muito úmido, com tempestades quase diárias no fim da tarde. Diárias de hotel nas mínimas e mar a 30 °C.
Setembro e outubro são o pico da temporada de furacões. Novembro vira para condições ideais e continua vazio.
As áreas turísticas de Miami — South Beach, Brickell, Wynwood de dia, Coral Gables, Coconut Grove — são seguras e movimentadas. Como em qualquer grande cidade americana, a segurança varia muito de bairro para bairro, às vezes de uma rua para a outra.
Evite Overtown, Liberty City e Opa-locka, sobretudo à noite. Wynwood é animadíssimo de dia, mas suas ruas periféricas esvaziam quando as galerias fecham. Na praia, nunca deixe pertences sem vigilância.
Ative seu eSIM ZapSim antes de embarcar — conectado assim que pousar no Miami International, para chamar o carro sem procurar wi-fi.
Obter meu eSIMMiami International (MIA): o MIA Mover liga gratuitamente os terminais à estação intermodal, de onde o Metrorail chega ao Downtown em 15 min (2,25 USD). Uber ou Lyft até South Beach: 25-40 USD em 25 min. Fort Lauderdale (FLL) fica a 45 min ao norte e costuma ser mais barato como aeroporto de chegada.
O Metromover é gratuito e cobre Downtown e Brickell. O Metrorail atende um único corredor, insuficiente para a maioria dos roteiros. Miami Beach só é servida por ônibus, então quase todos os visitantes alternam Uber e carro alugado. O trem Brightline chega a Fort Lauderdale em 30 min e a Orlando em três horas e meia.
Alugar carro só compensa para os Everglades, as Keys ou Orlando. Em South Beach o estacionamento custa 4 USD por hora e os hotéis cobram 40-60 USD por noite: alugue apenas no dia do passeio.
💡 Miami é uma das cidades mais caras dos Estados Unidos na alta temporada. Dois custos pegam o viajante de surpresa: o resort fee de 30-50 USD por noite acrescentado depois da reserva e os 18-20 % de serviço já incluídos em muitos restaurantes. Os preços anunciados nunca incluem os 7 % de imposto sobre vendas.